“Cartas Vivas”

Eu posso não ver o final da minha caminhada,
mas posso crer no que será realizado!

Célia contou-me que quando foi presa, deixou seu filho de 9 anos sozinho em casa.
O menino ficou muito revoltado!
Chorava muito e dizia que sentia vergonha da sua própria mãe…
Então, ele mandou um recado: avisou que ia fugir, que ia desaparecer!
Ela ficou desesperada naqueles dias.
Não podia falar com ele, não tinha como fazer nada!
Ficou sabendo, então, que haveria uma reunião de oração.
Ouviu dizer que Jesus é o único que pode fazer milagres, e ela precisava de um!
Na hora marcada estava lá!
Pediu oração às irmãs. Declarou que estava arrependida de ter cometido os erros que a levaram àquela situação.
Ela amava o seu filho e não queria que nada de mal acontecesse a ele!
Ela aprendeu a orar e começou a participar das reuniões.
Alguns dias depois recebeu um kit com um sabonete e uma carta.
A carta falava do amor de Deus, transmitia uma mensagem de esperança e era assinada por uma mulher chamada Débora. Mas como ela sabia o que estava acontecendo? Como sabia que ela estava passando por um momento tão difícil?
Ela sentiu-se amada … alguém que ela nem conhecia, se importava com ela!
Reconheceu que recebera uma resposta às suas orações.
Inspirada pela leitura, resolveu também escrever uma carta para o seu filho.
Pediu perdão ao menino! Declarou o seu amor por ele. Falou da sua preocupação e prometeu que quando ela receber a liberdade, tudo vai ser diferente, porque agora, ela conhece Jesus e está estudando a Bíblia.
                                  “Sem fé, é impossível agradar a Deus.”